Um homem em Minas Gerais quase trocou R$ 500 por um verdadeiro “Jurassic Pix” após encontrar na internet um anúncio de supostos “mini dinossauros” vivos.
As imagens mostravam pequenas criaturas com aparência de dinossauro, dando a entender que os bichinhos jurássicos estavam, milagrosamente, à venda.
Desconfiado — mas também curioso — o homem pediu mais fotos e vídeos. O vendedor, porém, teria dado aquela resposta que acende o alerta: novas imagens só seriam enviadas depois do pagamento via Pix.
O perfil ainda exibia supostos depoimentos de compradores satisfeitos, numa tentativa de passar credibilidade ao negócio.
Antes de mandar o dinheiro e descobrir se estava comprando um dinossauro ou apenas uma dor de cabeça de R$ 500, o homem resolveu consultar um amigo. Foi aí que percebeu que poderia estar diante de uma possível fraude e desistiu da compra.
O episódio deixa uma lição importante: se o anúncio promete algo extraordinário, exige pagamento antecipado e não permite comprovar que o produto realmente existe, talvez seja melhor guardar o Pix e deixar os dinossauros no cinema.
Moral da história: antes de comprar um “mini dinossauro”, confirme se ele existe. E, principalmente, se não está prestes a transformar seu Pix em fóssil.